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Deuses em silêncio

O Panteão

Um guia inicial sobre devoção, influência divina e as escolhas de fé que acompanham os aventureiros de Icarus.

O Panteão

O Panteão de Icarus

No universo de Icarus, o Panteão é aberto a todas as criaturas, permitindo que personagens sejam devotos ou não, dependendo de suas classes. No entanto, para Paladinos, Clérigos e Druidas, a devoção a uma divindade é necessária.

As Alfars influenciavam o mundo através do Núcleo, suas vozes sussurrando aos corações daqueles que acreditavam em suas virtudes, enquanto os Baldurs moldavam e vivenciavam suas próprias experiências em Icarus. Assim, o mundo florescia sob a presença dos Baldurs e a sutil, mas poderosa, influência dos Alfars, cada uma nutrindo e defendendo suas crenças e ideais.

Não há obrigatoriedade na escolha da divindade, mas é importante considerar a complexidade e perigos associados a um personagem devoto de uma divindade diferente de sua raça. Por exemplo, um devoto de Draconara que não seja um Draconato pode enfrentar desafios se encontrar algum Draconato em sua jornada.

A regra fundamental é a limitação de poderes e restrições que um personagem pode possuir:

  • Devotos comuns: Um poder
  • Paladinos: Dois poderes
  • Clérigos: Todos os poderes

Existe uma distinção importante quando se trata da fé de um druida. Caso o druida for devoto de Floressa, a Deusa da Vida Selvagem, ele seguirá as mesmas regras de poderes de um clérigo.

Por outro lado, caso o druida seja devoto de outra divindade, ele deverá adotar a mecânica de um paladino.